Internet ainda é pouco usada por empresas paulistas, diz estudo! + Ler Matéria
Apesar de ter um website ser considerada a estratégia de internet mais importante por empresários do estado de São Paulo, 34% das empresas paulistas ainda não possuem página na web. Segundo estudo da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), 41% das microempresas do estado não têm site, enquanto as pequenas e grandes empresas têm praticamente o mesmo índice, com 15% e 14%, respectivamente, sem páginas próprias. As médias empresas são as que mais possuem páginas virtuais, com apenas 5% delas ainda fora da internet.
O levantamento também mostra que 64% das empresas ouvidas pela ACSP ainda não utilizam a internet como canal de vendas. Desta vez, porém, são as grandes empresas as responsáveis pela baixa média, já que 76% delas não usam o comércio eletrônico como estratégia de vendas, enquanto 66% das microempresas, 62% das médias e 54% das pequenas organizações não fazem uso dessa ferramenta.
A superintendente de marketing e especialista em estratégias digitais da ACSP, Sandra Turchi, conta que o principal motivo, apontado por 49% das empresas, para a falta de investimentos em internet é que os empresários não veem necessidade para isso. Ela acha, porém, que, na realidade, eles não conhecem o que a internet pode fazer por seus negócios.
Sandra acredita que é apenas uma questão de tempo até que os empresários percebam que a web pode aumentar a rentabilidade do negócio. "A resposta está na própria pesquisa, que mostra que 30% das empresas já têm 10% da receita provenientes da internet. É importante que os empresários fiquem atentos a isso e possam ajustar o enfoque de seus negócios, já que, mesmo com a crise, o comércio eletrônico mostrou crescimento de 25% no faturamento", conta a executiva.
+ Ler MatériaComo medir o retorno de um site?
Muitas empresas adiam a construção de um site ou abrem mão de estar na internet, argumentando que um site não dá retorno. A mensuração de retorno de um site é realmente complexa e difusa.
Geralmente medimos o retorno pelo volume de vezes que o telefone toca ou pelo aumento nas vendas, entre outras possibilidades. Apesar de alguns sites trazerem respostas como estas (uma loja virtual, por exemplo), o retorno gerado pela maioria dos sites subverte esta técnica.
Um site é um elemento fundamental no mix de comunicação de uma empresa e seu retorno se traduz no reforço da sua comunicação. Em outras palavras, na maioria das vezes, o site é uma ferramenta de apoio voltada a fornecer informações sobre esta empresa, seus produtos, serviços, políticas e afins.
Assim, o retorno de um site é imensurável nestes casos, já que a conversão do visitante em cliente ou em multiplicador da sua mensagem se dará em outros meios, aparentemente não relacionados ao website de sua empresa. Como exemplo, seus visitantes podem obter informações em seu site e adquirir seus produtos por telefone ou ponto-de-venda.
O QUE É RETORNO - O retorno do investimento de um site pode ser medido pelo número de visitas ao site ou a uma determinada seção, pelo aumento dos pedidos de orçamento, pelo aumento das ligações telefônicas (sim, um site pode fazer seu telefone tocar!) ou até mesmo pelo aumento do seu volume de vendas (online ou não). Defina qual é o tipo de retorno que pode ser medido de acordo com seu tipo de negócio, mas seja realista: um site institucional simples, com pouco conteúdo, não vai receber 50.000 visitas por mês e nem vai fazer seus telefones ficarem sobrecarregados pelo excesso de chamadas.
COMO MEDIR O RETORNO - Na maior parte dos casos, o retorno de um site deve ser medido de maneira não-matemática. Converse com seus clientes, investigue opiniões sobre seu site, divulgue promoções exclusivas no site: crie motivos para que o site seja visitado e referências para que você possa acompanhar o sucesso do projeto. Um site é um investimento necessário para ampliar e potencializar a comunicação de sua empresa e estes benefícios impactam em seu negócio como um todo.
O QUE FAZER SE O RETORNO FOR INSATISFATÓRIO - Em primeiro lugar, veja se sua expectativa é realista. Um site simples traz retorno praticamente imperceptível, já um site mais elaborado e completo, apresenta resultados mais consistentes. Em segundo, veja se o que você oferece é atraente para que os visitantes tenham a ação que você espera. seu site tem conteúdo que vale a pena ser visitado ou é apenas um "folheto digital" de sua empresa? Ao visitar seu site, seus clientes encontram informações que o estimulem a entrar em contato? Estas informações ajudam a vender seus produtos ou serviços? O terceiro e último ponto a ser analisado diz respeito à divulgação. Seu site é conhecido? Seus funcionários o divulgam para os clientes? Os uniformes, embalagens e notas fiscais tem seu www? Você aparece no Google? Investe em algum tipo de publicidade? Existem múltiplas variáveis a serem analisadas. O caminho mais seguro é contratar uma empresa experiente para lhe assessorar neste sentido.
Salário de webdesigner brasileiro é a metade da média mundial + Ler Matéria
A hora do freelancer brasileiro na carreira de programador é praticamente equivalente à do webdesigner - 22 dólares. Mas nesta área, a defasagem em relação a outros países é maior: um programador do Reino Unido chega a ganhar até sete vezes (em média, 158 dólares) mais que um tupiniquim.
A média do valor pago por hora de programador no mundo é de 49 dólares. Países que competem com o Brasil na terceirização de desenvolvimento offshore, como a Irlanda e a Índia, pagam melhor os programadores freelancers - as médias são de 84 dólares e 24 dólares, respectivamente.
Entre os profissionais ouvidos pelo estudo, 13% tem mais de metade da sua carteira de clientes fora do seu país.
Dos freelancers entrevistados, 43% ganham menos do que quando trabalhavam para a indústria, mas mesmo assim 89% estão mais felizes desde que começaram a trabalhar como autônomos - embora 45,7% não se sintam seguros com a situação de trabalho.
A pesquisa revela ainda que a internet é uma importante fonte de trabalho para os profissionais independentes: 43,6% conseguem trabalho por meio do portfolio exibido na web; 33,5% em sites de emprego da internet; 21,5% em redes sociais; e 15% em blogs. Ainda assim, a referência ainda é a principal fonte de trabalho para 88,8% dos freelancers ouvidos.
O estudo mostrou ainda que há diferença entre o valor pago para homens e mulheres nos trabalhos autônomos: as mulheres ganham, em média, 4 dólares a menos por hora pelo mesmo trabalho executado.
A íntegra da pesquisa, que traz mais dados sobre o trabalho de freelancer no mundo, pode ser acessada no site FreelanceSwitch.com. O estudo foi realizado em julho de 2007.
Já um programador no Reino Unido ganha até sete vezes mais. Pesquisa revela quanto ganha um freelancer em tecnologia no mundo.
Formação em Web Design tem o apoio da Locaweb+ Ler Matéria
A parceria firmada entre a Locaweb e a Caelum já começa a dar bons resultados. Um deles é a nova Formação em Web Design, que tem como objetivo melhorar a interação e o retorno de aplicações para internet, abordando Design de Interação, Experiência do Usuário e Usabilidade em Aplicações Web.
O Design de Interação é um dos elementos da Experiência do Usuário (frequentemente abreviado como UX ou UE, de User Experience), um campo relativamente novo no mercado brasileiro e que cada vez mais ganha importância no desenvolvimento de produtos de software, gerando uma demanda por esse tipo de profissional.

O curso WD-41 - Design de Interação, Experiência do Usuário e Usabilidade da Caelum contará com Andreza Godoy , Gerente de Experiência do Usuário na Locaweb. Andreza é bacharel em Ciência da Computação pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), trabalhou em diversos projetos como desenvolvedora e analista de negócios e tem em seu currículo cursos realizados em grandes consultorias na área de UX e Produtos, como AdaptivePath, Cooper e SVPG.
Clientes da Locaweb que tiverem interesse no WD-41 - Design de Interação, Experiência do Usuário e Usabilidade terão 20% de desconto para pagamento à vista. Quem optar por fazer a formação completa (módulo WD-41 e WD-43 - Desenvolvimento Web com HTML, CSS e JavaScript) também contará com o desconto.
Para saber mais sobre o curso e inscrições, visite o site: http://www.caelum.com.br/cursos/web/.
Introdução de Web 2.0+ Ler Matéria
A Internet sofreu mudanças depois do estouro da bolha pontocom em 2000. Saíram os sites estáticos, entraram mais interação e dinamismo; caíram as barreiras dos padrões e cresceu a personalização. Internautas passaram de usuários passivos a agentes ativos em relação ao conteúdo que circula pela rede. Aliás, a troca de dados é a maior marca dessa nova geração: a Web 2.0.
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O criador do termo, Tim O’Reilly, escreveu que “Web 2.0 é a revolução nos negócios da indústria da informática causada pela mudança para a internet como plataforma, e uma tentativa de entender as regras de sucesso dessa nova plataforma”.
Mas há muita polêmica em torno desse termo. Para alguns, ele significa uma nova era digital; para outros, não passa de uma jogada de marketing. Há também o grupo daqueles que não têm a menor idéia do que se trata. Já se fala, inclusive, em Web 3.0.
Seja como for – um jargão vazio, uma evolução ou até uma revolução –, a enorme quantidade de referências em sites de buscas, de palestras, artigos e cursos de especialização relacionados ao tema (no Google Brasil, são 56,6 milhões de resultados em 0,23 segundos de pesquisa) mostram que a Web 2.0 existe – e é rentável.Os internautas – muitos dos quais nem sequer sabem direito do que se trata – são o coração da segunda geração da internet. É a opinião coletiva que determina a popularidade de sites, serviços e programas.
É justamente por isso que o termo causa tanto furor no mundo corporativo: a Web 2.0 é vista pelas empresas como um ótimo canal para estreitar relações como os internautas e turbinar seus negócios.
A coisa é tão séria que as empresas contratam profissionais especialistas no assunto, seja nas áreas de marketing, seja na área de informática. E existem até cursos superiores relacionados em grandes escolas, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Este artigo pretende ajudar o leitor a entender de uma vez por todas o que, afinal, é a Web 2.0 e, de quebra, como tirar o maior proveito possível dela.
5 maneiras de fazer dinheiro na Internet+ Ler Matéria
![]() ZoneCreative / iStockphoto |
A maioria das pessoas normalmente trabalha do escritório central de suas empresas, um espaço físico onde todo mundo da organização se reúne para trocar ideias e organizar seus esforços. Mas umas poucas almas sortudas descobriram meios de ganhar dinheiro dentro do conforto de suas casas. Com a Internet, uma arena de negócios sempre em mutação, alguns procurando ganhar dinheiro estão descobrindo meios de fazê-lo.
Algumas formas são melhores para empreendedores de meio período, procurando algum dinheiro extra, enquanto outras podem levar a trabalhos em tempo integral e histórias de sucesso na Internet.
Nós colocamos nessa lista nossas 5 melhores maneiras de fazer dinheiro na Internet, sem nenhuma ordem em particular. Na próxima página, começaremos com nossa favorita.
Este é um conceito razoavelmente fácil que a maioria das pessoas já está familiarizada - se você tem uma porção de coisas de que você não precisa, mas outros estão desejosos para pagar preços extremamente inflacionados por elas, você pode pode leiloar os items no eBay/Mercado Livre ou em outros sites de leilão online. Simplesmente reúna suas coisas, crie um perfil de vendedor e comece a vender.
Parece simples, mas precisa de alguma prática para vender com sucesso. Criar páginas persuasivas e legítimas para os produtos que você está vendendo vai ajudá-lo a a conseguir compradores interessados. Também é importante atribuir um lance mínimo para assegurar que as pessoas irão comprar. E lembre-se de entregar o tipo de serviço ao consumidor que vai juntar avaliações positivas e de comunicar-se com os compradores para que eles saibam que você é confiável. Quanto mais avaliações positivas você receber, mais as pessoas vão querer fazer negócios com você. E isso, claro, significa mais dinheiro.
Se você tem uma paixão por alguma coisa em particular, se é um hobby ou uma obsessão, e você tem algo a dizer a respeito, blogar pode ser uma forma lucrativa de pôr para fora seu fluxo sem fim de pensamentos. A chave aqui, como com muitos outros serviços na Internet, é vender anúncios.
Depois de começar um blog pessoal, muitos escritores se inscrevem em serviços como o Google AdSense, que colocam aquela familiar caixa de links patrocinados que você vê com frequência na parte de cima e nas laterais dos sites. Quanto mais vezes os leitores do seu blog clicarem em um desses anúncios, mais dinheiro você fará por meio do serviço de anúncios. Isso funciona bem se você é um blogueiro casual, e você pode fazer algum gasto extra de dinheiro. Mas se o blog for constantemente interessante, bem escrito e realmente decolar, você pode ser abordado por empresas que queiram alcançar sua base de fãs com anúncios gráficos no seu blog.
Alguns dos mais bem sucedidos blogs, como o I can has a cheezburger? e Boing Boing, se tornaram um fenômeno da cultura popular, e seus criadores foram capazes de largar seu trabalho diário e blogar em tempo integral por causa do dinheiro que eles fazem com os anunciantes.
Enquanto você caminha por aí, certamente entra em contato com várias palavras e frases. Provavelmente, elas não servem de material para trabalho sério, como o TCC do final do curso ou o relatório para a reunião semanal da empresa. Em vez disso, elas são frases simples ou imagens - a maioria das quais irônicas ou engraçadas - impressas em camisetas.
Geralmente, quanto mais único e original for o desenho ou a frase, mas desejável será a camiseta. O crescimento da Internet tornou possível a lojistas vender camisetas em todo o mundo. Na verdade, sites como o CafePress.com e o SpreadShirt.com permitem que você configure sua própria loja, crie suas próprias camisetas e venda-as você mesmo. Se você criar sua própria camiseta com uma frase inteligente ou uma declaração de sua autoria que atraia a atenção e as pessoas gostem, você pode começar a fazer dinheiro.
Trabalhar como autônomo é parecido, de alguma maneira, com blogar. Pelo menos em uma coisa: você faz o trabalho de casa na maioria das vezes. Mas há algumas distinções importantes. Primeiro, se você estiver pensando em frilar escrevendo, você precisará de mais experiência que um blogueiro comum. Muitos trabalhos freelance de escrita cobrem tópicos especializados para publicações online e podem exigir conhecimento especializado sobre um assunto. Contudo, se você for um apaixonado por coisas como viagem ou comida e sabe como escrever, um trabalho como freelance pode proporcionar uma boa renda.
Escrever não é o único meio de fazer dinheiro como freelance, claro - qualquer um com experiência em design gráfico ou em programação pode encontrar trabalhos que também pagam bem e proporcionam um trabalho desafiador.
Baseado em sorte, estratégia e visão de negócios, o domain name flipping pode se uma das formas mais lucrativas de ganhar a vida online. O termo vem do truque do mercado imobiliário que envolve comprar casas velhas e desvalorizadas, arrumá-las, deixá-las com um visual mais moderno e atrativo e vendê-las por um preço muito mais alto.
Neste caso, o lugar velho e fora de moda não é uma casa, mas sim um nome de domínio - o principal endereço de uma página Web. Como um pouquinho de pesquisa, o camarada que se dedica à prática localiza Web sites sem uso ou desatualizados que têm identificadores genéricos reconhecidos e os compram. Eles geralmente pagam umas poucas centenas ou milhares de dólares, mas depois de atualizações extensas que tornam o site mais negociável - e amigável -, o nome de domínio pode valer muitas vezes mais o preço que valia originalmente. O domínio bird-cage.com, por exemplo, foi comprado por meros US$ 1.800 em 2005 - depois de um redesenho dois anos depois, o site foi vendido por US$ 173 mil a um vendedor de gaiolas [fonte: Bhattarai].
Para mais informações sobre negócios online e outros tópicos relacionados, invista algum tempo nos links da próxima página - http://informatica.hsw.uol.com.br/5-maneiras-de-fazer-dinheiro-na-internet.htm





